Exibido em: 10-Mai-2026
| Ultima edição: Jonathan Ferreira | Editar minissinopse |
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Ótimo series finale, lindo uma série que soube voltar todas as vezes que tinha algo pra falar e o fez muito bem!
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Justin (o que ele fez no rosto, mds?), Bradley e Adam participando 😍❤️
Ai Valerie, como eu te amo! Como é bom testemunhar ela amadurecendo e enfrentando seus problemas e as pessoas que a prejudicam ou desafiam. Desfecho incrível para uma temporada que trouxe um debate tão necessário atualmente. Achei a temporada um pouco inferior às outras duas, mas ainda assim foi ótima também. Vou morrer de saudades e me senti muito acolhida e contemplada enquanto fã com esse retorno. Obrigada, Lisa. Obrigada, HBO!
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Eu adorei essa temporada e a crítica à utilização da I.A. Acho extremamente pertinente no cenário atual e achei incrível o deboche sutil no final., com a I.A. ter dado certo substituindo os roteiristas de séries que as pessoas colocam pra fazer qualquer outra coisa (Não deixem a Netflix ver isso aqui rs). Achei isso mais interessante do que só concluir que I.A. não funciona e ponto. A novelinha das frutas tá aí pra mostrar que funciona, infelizmente, por mais esdrúxulos que sejam os fins de quem busca esse tipo de entretenimento raso. No fim do dia, a escrita inteligente, que cativa, que emociona, que faz com que nos identifiquemos e, enfim, a arte, só pode ser produzida pelo ser humano. I.A. nenhuma conseguiria escrever uma série como The Comeback e certamente não seria capaz de escrever uma personagem como Valerie Cherish, que muito além do roteiro, funciona principalmente através da materialização que a Lisa proporciona.
Dito isso, sinto que o encerramento da season 2 funciona melhor como encerramento da série e do arco da Valerie. Aquilo lá é uma perfeição. Não estou dizendo que essa season 3 foi ruim, de maneira alguma. Me diverti horrores. E, curiosamente, acho que essa season 3 funciona melhor como um comeback de algo que concluiu de maneira perfeita. Sinto uma continuidade mais concisa entre a season 1 e a season 2, apesar do intervalo entre elas. Mas o final dessa terceira temporada é super condizente com a proposta dela. No mais, esse finalzinho, com o depoimento da Valerie pra Jane, retoma de maneira brilhante aquele encerramento da season 2 e joga uma nova luz sobre a personagem Valerie. Acontece que ela não foi humilhada pelo sistema como nós acreditávamos, ela só sabia jogar o jogo com as cartas que tinha. E isso é lindo.
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Essa foi de longe a temporada menos engraçada da série até hoje, e ao mesmo tempo a sedimentou como talvez a coisa mais importante da Televisão americana na década de 2020. Daqui 10, 15 anos, vamos olhar para trás e esse episódio vai ser um dos maiores episódios do nosso tempo, sendo referenciado por críticos e estudiosos desse período, e não estou nem exagerando.
Insano. de verdade.
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como foi tudo lindo e muito bem desenvolvido ao longo de três temporadas!!! Parabéns, Lisa Kudrow - você tem seu lugar eterno no hall de gigantes da comédia, junto com a Julia Louis-Dreyfus, a Fran Drescher e a Tina Fey. O amadurecimento da Valerie, as despedidas, o final com a Jane falando que tava vendo ela sendo ela pela primeira vez. Uma série que vai além da comédia e faz a gente refletir sobre as dificuldades da fama, a capacidade de ir acima dos nossos princípios pelo sucesso, e nessa temporada, os impactos da IA num mercado de grande força cultural. Sentirei saudades de rir das loucuras que Valerie Cherish cometia em busca de um Emmy, fama, e reconhecimento - reconhecimento esse que ela garantiu desde sua primeira aparição.
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