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foi um episódio surpreendente de certa forma! uma abordagem menos inspirada faria da Nina uma espécie de deus ex-machina super poderosa (aquela coisa da personagem mais quieta, mais pacífica se revelar a mais poderosa no fim, ou aquela com o segredo mais perturbador). o episódio vai na contramão disso e mostra que a Nina não tem nenhum esqueleto no armário, e sempre foi muito humana, bondosa, empática e trágica. a personagem do momento que nasceu não parou de sofrer um só dia, viveu sofrendo e morreu sendo quem sempre foi: incapaz de matar outro alguém.
achei que existia uma possibilidade muito forte de tanto a Circe quanto a Princesa serem vilãs, mas gostei da reviravolta. a finale mais anticlimática funcionou bem também — a Noiva sempre rouba a cena e é o maior destaque, não tem jeito. Pra mim, o maior pecado da série como um todo foi o Monstro do Frankenstein: acho o personagem um porre. Fiquei feliz da vida quando ele morreu no comecinho do episódio, e achei um saco o pós-créditos ter revelado que ele está vivo — tomara que esqueçam dele na segunda temporada, ninguém merece essa chatice dele querendo a Noiva toda hora, CHEGA.
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